Tira-me o pão, se quiseres, tira-me o ar,
mas não me tires o teu riso.
Não me tires a rosa, a lança que desfolhas, a água que de súbito brota da tua alegria,
a repentina onda de prata que em ti nasce. (...)
Não me tires a rosa, a lança que desfolhas, a água que de súbito brota da tua alegria,
a repentina onda de prata que em ti nasce. (...)
Pablo Neruda
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