Quando eu for um dia desses.. poeira ou folha levada..
no vento da madrugada.. serei um pouco do nada..
invisível, delicioso..
Que faz com que teu ar.. pareça mais um olhar..
suave mistério amoroso.. cidade de meu andar..
( deste já tão longo andar! ) E também do meu repouso..
Mário Quintana
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